segunda-feira, 4 de maio de 2015

                                              "O REAL VALOR DAS COISAS"

Por que será que nós seres humanos damos mais valor às coisas materiais, às aparências e aos prazeres e delícias do corpo material? Na verdade, somos escravos dos cinco sentidos e usamos todos eles por causa de um mestre excessivamente egoísta chamado desejo.
Ele põe em movimento a  visão que a nossa curiosidade espicaça ao máximo, como se a faculdade de ver pessoas e coisas à nossa volta, fosse resolver nossos problemas existenciais. Como não fomos educados para ver as coisas apenas para tirarmos lições de vida, nosso desejo nos faz vítimas no sentido de nos apegarmos aos bens materiais e, quanto mais temos, mais acumulamos.
Enquanto a visão atua no campo da futilidade da riqueza corpórea, o paladar e o olfato fazem estragos na área pertinente à saúde do corpo.

Moral da história: muitas vezes não percebemos o real valor das coisas simples, que são vitais, e nos preocupamos em acumular riquezas. Damos mais valor à aparência do que à utilidade das coisas. Passamos nosso tempo correndo atrás de ouro e de brilhantes e esquecemos de contemplar o pôr-do-sol, de correr descalços na grama, de colher o fruto de uma árvore... coisas simples, mas essenciais para nosso equilíbrio como seres humanos".

 Richard Zajaczkowski, bacharel em Direito, Oficial de Justiça Avaliador e acadêmico de Jornalismo e membro do Centro de Letras de Francisco Beltrão
Publicação: www.paralerepensar.com.br  - 26/06/2007
O REAL VALOR DAS COISAS

Por que será que nós seres humanos damos mais valor às coisas materiais, às aparências e aos prazeres e delícias do corpo material? Na verdade, somos escravos dos cinco sentidos e usamos todos eles por causa de um mestre excessivamente egoísta chamado desejo.
Ele põe em movimento a  visão que a nossa curiosidade espicaça ao máximo, como se a faculdade de ver pessoas e coisas à nossa volta, fosse resolver nossos problemas existenciais. Como não fomos educados para ver as coisas apenas para tirarmos lições de vida, nosso desejo nos faz vítimas no sentido de nos apegarmos aos bens materiais e, quanto mais temos, mais acumulamos.
Enquanto a visão atua no campo da futilidade da riqueza corpórea, o paladar e o olfato fazem estragos na área pertinente à saúde do corpo. Não existe mais parcimônia e frugalidade na arte de comer. Na maioria dos casos, ingerimos alimentos que são prejudiciais e desnecessários à manutenção e vigor do nosso corpo físico. Por isso, acabamos descobrindo que não é somente os peixes que morrem pela boca. 

sobre mim

Olá eu se chamo Amanda,tenho 10 anos e estudo na escola Céu E.M.E.F professor Paulo Gonçalo Dos  Santos.
      Eu participo de vários projetos como: aluno monitor, anima arte,ginástica artistíca {G.A}  ginástica rítmica {G.R} e natação.
     Minha comida predileta é: Arroz,Feijão,Farofa,Churrasco e Salada kkkkkkkk.
Minha banda predileta é "One Direction" #amoqamo kkkkk.
A coisa mais triste da minha vida foi quando eu fiquei internada a primeira vez com anemia se minhas plaquetas não aumentasse eu ia precisar fazer transfusão de sangue e a segunda vez foi  com bronquite atacada e começo de pneumonia, o meu caso era tão sério mais tão sério que tive que ir para a U.T.I estava com medo de acontecer alguma coisa ruim comigo mais graças a Deus eu estou aqui hoje

Apresentação

O meu nome:Lucas Alves Cardoso, tenho 13 anos Na escola, as melhores  aulas são:Geografia,Informática,História e Educação Física.A tarde eu tenho que ir para, a monitoria de Informática Educativa para, ajudar a professora de Informática, a professora Credelania na monitoria da sala dando uma força e ajudando  a auxiliar os alunos, que veem para a aula de Informática.   

Apresentação

Meu nome: Fellipe Pereira da Silva ,tenho 13 anos estudo no CEU EMEF  prof: Paulo Gonçalo dos Santos no horário da manhã.Na escola eu sou um aluno muito estudioso,mas bagunço um pouco.
 No horário da tarde eu e quatro pessoas eu,Lucas,Filipe e a Ana nós quatro ajudamos a prof:Credelania na sala de Informática das 15:20 as 18:00.E é muito legal.

Parte da Equipe de 2015


domingo, 3 de maio de 2015

O real valor das coisas de Richard Zajaczkowski Aluna Monitora Patrícia

RICHARD ZAJACZKOWSKI


O VALOR DAS COISAS

Por que será que nós seres humanos damos mais valor às coisas materiais, às aparências e aos prazeres e delícias do corpo material? Na verdade, somos escravos dos cinco sentidos e usamos todos eles por causa de um mestre excessivamente egoísta chamado desejo.
Ele põe em movimento a  visão que a nossa curiosidade espicaça ao máximo, como se a faculdade de ver pessoas e coisas à nossa volta, fosse resolver nossos problemas existenciais. Como não fomos educados para ver as coisas apenas para tirarmos lições de vida, nosso desejo nos faz vítimas no sentido de nos apegarmos aos bens materiais e, quanto mais temos, mais acumulamos.
Enquanto a visão atua no campo da futilidade da riqueza corpórea, o paladar e o olfato fazem estragos na área pertinente à saúde do corpo. Não existe mais parcimônia e frugalidade na arte de comer. Na maioria dos casos, ingerimos alimentos que são prejudiciais e desnecessários à manutenção e vigor do nosso corpo físico. Por isso, acabamos descobrindo que não é somente os peixes que morrem pela boca. 



Moral da história: muitas vezes não percebemos o real valor das coisas simples, que são vitais, e nos preocupamos em acumular riquezas. Damos mais valor à aparência do que à utilidade das coisas. Passamos nosso tempo correndo atrás de ouro e de brilhantes e esquecemos de contemplar o pôr-do-sol, de correr descalços na grama, de colher o fruto de uma árvore... coisas simples, mas essenciais para nosso equilíbrio como seres humanos".


 Richard Zajaczkowski, bacharel em Direito, Oficial de Justiça Avaliador e acadêmico de Jornalismo e membro do Centro de Letras de Francisco Beltrão
www.paralerepensar.com.br