terça-feira, 14 de março de 2017

Protesto Pelos direitos Femininos


                      Protesto Feminino Para o Seu direito e da suas filhas

Materia Publicada Pelo Site: ElPais

Aluno: Luis Fernado Ferreira


Centenas de mulheres foram às ruas do centro de Porto Alegre, no sul do País, na tarde desta terça-feira com cartazes defendendo o direito ao aborto, contra a intolerância e o machismo. "A gente está aqui porque somos violentadas todos os dias, em todos os lugares",. Um dos cartazes, sugestivo, alertava “Mexeu com uma, mexeu com todas”.  A mesma cena se repetiu em outras capitais desde a semana passada. No Rio, milhares de mulheres saíram às ruas no dia 28, com a mesma tônica, influenciadas ainda pela aprovação do projeto que limita o acesso à pílula do dia seguinte em hospitais públicos para mulheres estupradas. Um dos autores do projeto é o deputado Eduardo Cunha, Denunciado por Lava jato, e que se segura no cargo de presidente da Câmara. Por isso, nos últimos dias, as brasileiras resolvem gritar: basta.
Na sexta foi a vez de São Paulo. O grito cresceu, com 15.000 mulheres repetindo em plena avenida Paulista o que as cariocas já haviam gritado: "Fora Cunha". "Machismo mata, feminismo liberta." "Se cuida, se cuida, se cuida seu machista. A América Latina vai ser toda feminista." O ato se repetiu no sábado. Um movimento inédito no Brasil, oitavo no mundo em número de mulheres assassinadas e com mais de 500.000 estupros por ano registrados, e repetidos casos de agressões por parte de seus parceiros. As manifestantes de Porto Alegre sentiram isso na pele, ao que parece. No domingo, algumas gaúchas afirmaram ter sofrido agressões durante uma feira de livros feministas por parte da Brigada Militar da capital, embora não tenham registrado boletim de ocorrência por temer represália, segundo o jornal Zero Hora.
Mas o que ocorreu de diferente agora para que finalmente as feministas tomassem as ruas? Uma sucessão de fatos em um curto período de tempo produziu o combustível para essa catarse. Começou há duas semanas, quando pedófilos publicaram comentários assediando uma garota de 12 anos que participava da edição infantil do MasterChef Brasil. Os assédios a Valentina produziram uma reação quase que imediata. O coletivo Olga lançou a campanha #PrimeiroAssedio, para que mulheres e homens relatassem a primeira vez que sofreram um assédio sexual, no intuito de expor quem praticava assédio virtual e coibir a prática. Em quatro dias, foram mais de 82.000 mensagens. Relatos de mulheres que foram molestadas quando crianças por amigos, vizinhos, parentes. Com os dados, foi possível calcular que a média de idade do primeiro assédio é 9,7 anos. Foi um primeiro movimento de solidariedade feminina ainda que restrito à rede.
Naquela mesma semana, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que dificulta o acesso ao atendimento médico de vítimas de estupro. O PL 5069 de 2013, exige que, para serem atendidas, as vítimas de estupro terão que passar primeiro por uma delegacia. Depois, deverão fazer um exame de corpo de delito para, só então, seguirem para o hospital, com os devidos documentos que comprovem que elas, de fato, foram estupradas. Mesmo assim, a lei pune o médico que indicar a pílula do dia seguinte para a vítima ou que orientá-la em relação ao direito de realizar um aborto legal - permitido em caso de estupro ou quando o feto é anencéfalo. A aprovação do projeto, que ainda deverá passar por votação no plenário, fez com que diversos coletivos feministas se articulassem para organizar manifestações contra a lei e pedindo a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. 
Os fatos pareciam orquestrados. No sábado retrasado, quando 5,7 milhões de alunos de todo o país fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), uma questão sobre o movimento social para o qual a feminista Simone de Beauvoir contribuiu para uma série de reações. A questão colocava a citação de Simone “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino”. Os alunos deveriam identificar o movimento social dos anos 60 que era coroado por essa colocação. O tema ferveu nas redes sociais. Muitos ficaram inconformados. Mas não adiantou reclamar. No dia seguinte, último dia de prova, o tema da redação voltou a tocar na ferida. "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira." E mais uma avalanche de comentários machistas engrossou o chorume na internet.
Tudo isso fortaleceu o movimento feminista que foi o primeiro a ir às ruas pedir a saída do deputado Eduardo Cunha da presidência da Câmara, e conseguiu agregar muita gente nessa luta. Para Pablo Ortellado, filósofo e professor da USP, isso é um reflexo do sucesso desse grupo em se comunicar com um público mais amplo. “Faz tempo que as mulheres estão fazendo um trabalho de conscientização”, diz. “As outras causas, como as indígenas, ambientais, legalização das drogas e, em certa medida, até o movimento negro, estão basicamente falando para si”.
                                                  Imagens

Manifestantes na avenida Paulista na sexta-feira.





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Apresentação

Olá meu nome é Rachel Fonseca Grubert,tenho11anos.
Estou começando hoje no projeto aluno monitor.
Estou gostando de ajudar a pessoas que estão querendo aprender,gostei muito de todas as pessoas.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Até ano que vem,projeto aluno monitor.

O aluno monitor foi um projeto muito importante para mim,acho esse projeto muito variado e criativo.
Quando vejo uma criança na informática acho engraçado,pois lembro dessas mesma dificuldades que eu tinha,e digo que o mais importante não são os computadores,mais sim o aluno aprender com o monitor e o monitor aprender com o aluno.Eu não me acho caridoso por ajudar a professora a custo de nada,pelo contrario eu estou aqui porque me divirto,e também não quero ser superior a ninguém só por estar nesse projeto.Então por fim obrigado coordenação,obrigado projeto,mais principalmente,obrigado professora Credelania.








quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Entrevista da gestora LUCI ( CEU ALVARENGA)



             Entrevista  com a   gestora LUCI  (CEU ALVARENGA)






 1) Qual  é   o seu   nome?  

Luci Aparecida Guidio.

2) Quantos   anos você tem? 

Eu tenho 52 anos.


3) A quantos anos você trabalha aqui?

 Aqui no CEU ALVARENGA vou fazer 4 anos.



4)Quais os aspectos positivos e negativos? 

Os desafios  que precisamos resolve  e ter a oportunidade, negativo não tem.


5)Há quanto tempo você atua como  a gestora? 

Nesta unidade? Quase 4 anos.


6) Qual é a sua formação? 

Tenho formação  em pedagogia, trabalho com crianças pequenas e adultos.


7)Porque escolheu este trabalho ? 

Este trabalho eu escolhi e ele me escolheu.


8)Qual a solução para que a gestão  consiga dar conta das demandas de trabalho? 

Uma equipe integrada ao trabalho coletivo.


9) Qual o papel da gestora escolar?

 Com a educação escolar,  das crianças e adultos.


10) Você já foi  gestora em outras escolas? 

Já sim, fui gestora   de um centro de educação , já trabalhei lá a 8  anos.

11) Como você se sente trabalhando aqui? 

Eu me sinto muito alegre muito feliz por que o CEU é 100% ocupado com crianças brincando na piscina e nas demais atividades que aqui oferecemos .


12) Você tem blog? Você acha importante  as mídias sociais? 

Não , acho extremamente importante que elas sempre sejam responsáveis.










Alunas Monitoras: Layane, Sarah , Larice e  Edlene  9º B
Entrevista realizada no dia 23 de novembro de 2016 feita pelas alunas Layane e Larice.

Edição no blog feita pelas alunas Sarah e Edlene. 24/11/2016 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

 

           Cadeirante é gente como a gente

O que difere um O que difere um deficiente físico dos não deficientes é físico dos não deficientes é a forma de locomover-se. Portanto, devemos abordar e tratá-los com naturalidade, sem preconceito ou discriminação

  • Se quiser oferecer ajuda, pergunte antes e nunca insista.
  • Caso aceite a ajuda, deixe o deficiente físico dizer como quer ser ajudado.
  • Ao ajudar um usuário de cadeira de rodas a descer uma rampa ou degrau, use a marcha a ré. Isso evita que a pessoa perca o equilíbrio e caia para frente.
  • Caso tenha curiosidade sobre o defeito físico, pergunte com naturalidade, sem ficar se lamentando sobre o que gerou o problema físico ou o que isso traz de dificuldades no dia a dia, porque, só assim, a sociedade ficará esclarecida e informada sobre o assunto, diminuindo o preconceito, a discriminação e quebrando tabus e inverdades;
  • Caso queira convidar o deficiente para visitar algum lugar, eventos sociais, restaurantes, cinemas, viagens, etc, nunca diga que o lugar é impossível para ele ir. Se conhecer o local, o acesso, expliquem quais são as dificuldades, facilidades e dê a sugestão de pesquisar sobre os assuntos, para que ele analise os prós e contras e decida o que fazer, sem causar transtornos a ele e às pessoas que o cercam.
  • Trate naturalmente, converse com naturalidade, fale a respeito de todos os assuntos, mesmo aqueles em que o deficiente não pode atuar fisicamente, como algumas modalidades esportivas, danças, etc. Olhe nos olhos;
  • Não segure a cadeira de rodas. Você pode estar querendo ajudar, mas é preciso lembrar que ela faz parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo;
  • Se a conversa com um deficiente físico, principalmente se este usar cadeira de rodas, se alongar um pouco, procure sentar. É incômodo ficar olhando para cima;
  • Não fique constrangido ao usar os termos "andar" ou "correr". As pessoas que usam cadeiras de rodas também usam estas palavras;
  • Fique atento com a presença de barreiras físicas que impeçam que o deficiente possa se deslocar livremente;
  • Em muitas cidades já existem vagas especiais para os deficientes físicos estacionarem seus carros. Não ocupe estas, pois isto faz parte de uma grande conquista;
  • A arquitetura da maior parte dos prédios não está adaptada para as necessidades especiais destas pessoas. Se de alguma forma você pode influir na construção de qualquer obra, lembre-se de projetar acessos para os deficientes.
  • Se quiser oferecer ajuda, pergunte antes e nunca insista.
  • Caso aceite a ajuda, deixe o deficiente físico dizer como quer ser ajudado.
  • Ao ajudar um usuário de cadeira de rodas a descer uma rampa ou degrau, use a marcha a ré. Isso evita que a pessoa perca o equilíbrio e caia para frente.
  • Caso tenha curiosidade sobre o defeito físico, pergunte com naturalidade, sem ficar se lamentando sobre o que gerou o problema físico ou o que isso traz de dificuldades no dia a dia, porque, só assim, a sociedade ficará esclarecida e informada sobre o assunto, diminuindo o preconceito, a discriminação e quebrando tabus e inverdades;
  • Caso queira convidar o deficiente para visitar algum lugar, eventos sociais, restaurantes, cinemas, viagens, etc, nunca diga que o lugar é impossível para ele ir. Se conhecer o local, o acesso, expliquem quais são as dificuldades, facilidades e dê a sugestão de pesquisar sobre os assuntos, para que ele analise os prós e contras e decida o que fazer, sem causar transtornos a ele e às pessoas que o cercam.
  • Trate naturalmente, converse com naturalidade, fale a respeito de todos os assuntos, mesmo aqueles em que o deficiente não pode atuar fisicamente, como algumas modalidades esportivas, danças, etc. Olhe nos olhos;
  • Não segure a cadeira de rodas. Você pode estar querendo ajudar, mas é preciso lembrar que ela faz parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo;
  • Se a conversa com um deficiente físico, principalmente se este usar cadeira de rodas, se alongar um pouco, procure sentar. É incômodo ficar olhando para cima;
  • Não fique constrangido ao usar os termos "andar" ou "correr". As pessoas que usam cadeiras de rodas também usam estas palavras;
  • Fique atento com a presença de barreiras físicas que impeçam que o deficiente possa se deslocar livremente;
  • Em muitas cidades já existem vagas especiais para os deficientes físicos estacionarem seus carros. Não ocupe estas, pois isto faz parte de uma grande conquista;
  • A arquitetura da maior parte dos prédios não está adaptada para as necessidades especiais destas pessoas. Se de alguma forma você pode influir na construção de qualquer obra, lembre-se de projetar acessos para os deficientes.

    deficientes são pessoas com agente eu resolvi aborda essa alta por que hoje ou vem para escola vir um deficiente cedo destratado ela também e com agente eles só tem um deficiências

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ola galera eu estou aqui para falar da Raiva colei um poema para demostra

Ola galera eu estou aqui para falar da Raiva colei um poema  para demostra


Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
Paulo Coelho